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Obras públicas inacabadas causam transtornos em Porto Ferreira

08/11/2013

Atraso e paralisação em 4 reformas e construções prejudicam moradores.
Secretário de Obras falou em prazos de até 60 dias para reiniciar serviços.


Obras públicas paradas e com atrasos na entrega têm atrapalhado a vida dos moradores de Porto Ferreira (SP). Uma ponte, uma praça, uma unidade de saúde e uma creche estão inacabadas, o que causa transtornos ao município. O secretário de Obras deu prazos de até 60 dias para que os serviços sejam reiniciados.

No Jardim Anésia, a reforma para ampliação da creche Asmelide Zuzi Bruno, iniciada em julho do ano passado, está parada há três meses. O entulho tomou conta do parquinho onde as crianças brincavam. “Eles ficam privados, não dá para ficar fora na área de brincar deles”, relatou a dona de casa Patrícia Borges.

A situação preocupa os pais de alunos. “A obra nunca termina. Falam que vai terminar, mas nunca acaba. Fica difícil. Não tem vaga para a mãe que precisa trabalhar e colocar os filhos na creche”, reclamou a caixa de supermercado Denise da Silva Brasil.

Na Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro Serra da Água as obras estão abandonadas há quatro anos, segundo a Prefeitura. No mesmo bairro, a Praça Olívio Ferrari também não recebe operários. A reforma começou em setembro do ano passado, mas há cinco meses os trabalhos foram interrompidos. Não há calçadas, os postes não têm lâmpadas e a sujeira está acumulada.

A ponte que liga Porto Ferreira a Santa Rita do Passa Quatro, na estrada vicinal Sebastião Virgílio de Carvalho, está inacabada há quatro meses. Apenas as vigas de concreto foram construídas. Em janeiro, um trecho da estrada cedeu depois que um tubo de concreto se deslocou. Na ocasião, a Prefeitura afirmou que a recuperação do local começaria em 15 dias, mas as obras só iniciaram em julho e deveriam ter sido concluídas na segunda-feira (4).

“Dá 15 dias e vêm dois ou três homens, trabalham um pouco, vão embora, voltam um dia por semana e depois não voltam mais”, disse o agricultor João Momesso.

Segundo o administrador Luiz Renato Pereira, a pista interditada causa problemas. “Quando chove, o ônibus que leva as crianças para a escola não consegue chegar até a fazenda. São várias fazendas até a divisa do município”, explicou.

A opção é um caminho alternativo, oito quilômetros mais longo, por uma estrada de terra. Nos períodos de chuva, os carros ficam atolados. “As condições são precárias e correm o risco de quebrar ou de serem roubados, principalmente na região”, declarou Luiz Henrique Trufilo, administrador de fazenda.

Retorno
Segundo o secretário de Obras, João Batista da Silva, o prazo não foi cumprido porque a Prefeitura mudou o projeto de reconstrução da ponte, que está sendo feita apenas pela administração municipal. Sobre os outros atrasos, o secretario culpa as construtoras, já que a empresa responsável pelas obras da Praça Olívio Ferrari e na creche alegou problemas financeiros, enquanto a obra no posto de saúde foi paralisada por descumprimento de contrato da construtora.

“Se ela não apresentar esses documentos e não retomar a obra após o aditamento, então, infelizmente, tomaremos atitudes cabíveis. Nós estamos preparando para até o fim do ano tentar fazer um novo pleito licitatório”, afirmou.

O secretário disse ainda que as obras da creche e da praça serão reiniciadas em dez dias, a do posto de saúde em sessenta dias e a da ponte recomeça em vinte dias.

G1


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