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Ausência de supervisor no CadÚnico prejudica atendimento em São Carlos

11/12/2013

Segundo moradores, estagiários trabalham sem chefes no local.
Diretora da divisão foi exonerada há 40 dias e auxiliar está de férias.


Moradores que precisam dos serviços do Cadastro Único (CadÚnico), em São Carlos (SP), reclamam da falta de profissionais responsáveis para resolver os problemas dos programas do Governo Federal. Segundo eles, estagiários trabalham sem chefes. A diretora da divisão foi exonerada há 40 dias e o auxiliar administrativo que supervisionava o trabalho está de férias, e deve voltar ainda esta semana, segundo a Prefeitura.

O sogro do montador de máquinas Elton Moreira está doente e precisa tomar vários remédios. Todos os medicamentos eram comprados com o benefício que recebia do Governo Federal, o Renda Cidadã Idoso. Mas há quatro meses a família dele não consegue sacar o dinheiro. “A estagiária disse que não tinha como fazer nada porque era estagiária e não tinha chefe no momento”, disse.

Quando procurou saber porque o benefício do Bolsa Família que recebia foi cortado, a dona de casa Cristiane Morais não encontrou nenhum funcionário no local. “Só tinha estagiária e ninguém poderia atender no momento”, afirmou.

A doméstica Ivete de Souza foi ao Cadastro Único e lá ficou sabendo porque o problema dela não poderia ser resolvido. “Pedi para renovar o meu Tarifa Social, que é um desconto que a gente tem na conta de água, e como estava sem a chefe a menina disse que não poderia fornecer esse documento porque não tinha ninguém para assinar, uma verdadeira bagunça”, comentou.

Situação
A lei dos estagiários diz que eles precisam ter uma supervisão. No entanto, como a chefe da divisão pediu exoneração quem está acompanhando o trabalho dos estudantes é o auxiliar administrativo, que está de férias. A secretária de Cidadania e Assistência Social Wiwiane Tiberti diz que nenhum processo está atrasado por causa da ausência dos funcionários. “O que acontece é que aguardam a volta do auxiliar na quinta-feira, quando ele retorna, porque é ele quem faz a requisição desse documento e me transmite”, explicou.

Ainda segundo Wiviane, as demandas deveriam chegar até a Secretaria na ausência do encarregado. “O que tem acontecido é que quando chega demanda que precisa de documentação eles entram em contato comigo, com os dados imprimimos o documento, porque o acompanhamento é feito tanto pela diretora como por mim, eu estou na Secretaria quase que 12 horas por dia, qualquer tipo de dúvida que eles tenham, vêm aqui”.

De acordo com ela, a chefe de divisão deixou o cargo no dia 1º de outubro e por enquanto não há previsão para o preenchimento da vaga. “Eu já recebi vários currículos, conversei com diversas pessoas, mas não encontrei a pessoa que tenha o perfil adequado”, afirmou Wiviane. A secretária também negou que o CadÚnico esteja sem um responsável há quatro meses. O centro atende de 20 a 100 pessoas por dia, dependendo do período do mês.

G1


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