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Artesãos e lojistas da região apostam na diversidade para lucrar com a Copa

08/01/2014

Comerciantes de São Carlos estão animados e otimistas com vendas.
Produtos temáticos que lembram o Brasil ganham novas criações.


A cinco meses da Copa do Mundo, artesãos e comerciantes da região de São Carlos (SP) aceleram a produção para lucrar com o maior evento esportivo do ano. Materiais temáticos como bandeiras, relógios e bonecas com as cores do Brasil estão entre as apostas dos lojistas.

Um levantamento feito pelo Sebrae revela que no Estado de São Paulo 300 mil pequenas empresas devem se beneficiar com o torneio. As oportunidades de negócio, entretanto, não estão restritas às cidades que vão receber os jogos.

“A nossa expectativa é favorável no sentido de que é possível criar um elenco de atividades, como treinamento para mão de obra, melhoria na qualidade e na produtividade desses segmentos no sentido que isso de perpetue após a Copa”, disse o consultor do Sebrae Eduardo Rantin.

Segundo a instituição, o setor do comércio deve concentrar pouco mais da metade das oportunidades (51%) no Estado, seguido por serviços (30%) e indústria (19%).

Otimismo
O empresário Douglas Berzins se diz otimista. Com a loja cheia de novidades, o comerciante espera bons resultados não só para a seleção brasileira, mas também para ele. “Apesar de ser a nossa primeira Copa, a expectativa é boa”, disse.

No estabelecimento há as tradicionais bandeirinhas do Brasil, que custam cerca de R$ 10, canecas, guarda-chuvas e até capinhas para celular personalizadas que saem por R$ 28.

Artesanato
Acostumada a trabalhar com artesanato, Digenir Fugazza viu na Copa do Mundo uma chance de produzir e ganhar mais. Ela produziu a roupa das bonecas com tecido chita e custam R$ 35 cada. Os chaveiros são de sementes e também imitam uma bola de futebol.

Nas garrafinhas fotos dos principais pontos turísticos das cidades. Os materiais são reciclados, como um CD agora usado de moldura em um relógio. “Não só pela Copa, mas devido ao fato de os produtos serem reutilizados e aceitação foi muito boa. Fora isso, a gente tem projeto para a criação de novas peças”, explicou a artesã.

G1


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