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Para ser opção ao WhatsApp, app de chat mira público sem smartphone

28/08/2014

"O cara se sente excluído: não tem smartphone, não pode falar", diz gerente.
"Msngr" quer ser app levado para smartphone pelo hoje donos de celulares.



Surge a vontade de usar um aplicativo para enviar uma mensagem a um amigo, que, para frustrar o plano, não possui smartphone. É entre esse público, esquecido pelos mais populares app de bate-papo, que quer crescer o “Msngr” – pronuncia-se Messenger, da mesma forma como o app com a mesma função do Facebook.

O Msngr é uma reformulação do antigo Claro Messenger, construído para ser o sistema de comunicação dos clientes da operadora no Brasil. Criado pelo Myriad Group, o bate-papo é fruto de uma parceria entre a empresa e a dona da Claro, a mexicana América Móvil. A partir de julho, o app para Android foi aberto a todos os usuários, não importando de qual operadora é cliente. De saída, o Msngr já nasceu com 67 milhões de usuários, todos clientes da empresa de telecomunicação mexicana e suas subsidiárias.

Pompilio Roselli, gerente da Myriad no Brasil, explica que um dos trunfos do Msngr advém dessa antiga parceria: as mensagens enviadas entre os clientes da Claro não são cobradas. Diferentemente do que ocorre quando operadoras liberam o acesso a um determinado app, como já ocorreu com o Facebook e o Twitter, não é preciso que o usuário compre créditos para a gratuidade do Msngr funcionar.

Roselli afirma que outras operadoras devem se tornar parceiras do app. “A gente está conversando com mais uma grande operadora no Brasil”, diz o executivo, acrescentando que “nos próximos dois meses vai ter um avanço importante para o Brasil e para a América Latina”. Isso é impulsionado pela aceitação dos clientes de outras operadoras. Sem revelar números, o executivo diz que 40% dos novos usuários do bate-papo já são clientes de fora da Claro.

O outro ás na manga do Msngr para se tornar uma opção ao WhatsApp é que até quem possui celulares mais simples pode utilizá-lo. Nesses casos, a conexão ocorre por navegação Wap, um ancestral da navegação via aplicativos. A ideia surgiu a partir de pesquisa junto a consumidores.

“A primeira coisa que eles falavam era: ‘Puxa, eu tenho um smartphone, mas meu amigo não tem, não consigo falar com ele’”, diz Roselli. “O cara se sente excluído: não tem smartphone, não pode falar”, completa.

A Myriad está de olho, porém, em quando esse cliente se livrar do celular convencional. “Os usuários, quando compram um smartphone, têm continuado com o serviço, mas começaram com o Wap.” A empresa quer pegar carona em um processo de migração no Brasil. Em maio, segundo a IDC, 76% dos celulares vendidos no país eram smartphones.

G1



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