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Ação em busca de doador de medula para Pedro e Oliver chega a empresas

16/01/2015

Meninos, de 9 e 10 anos, precisam de transplante o mais breve possível.
Famílias negociam com fábricas de São Carlos e realizarão coleta no Sesc.



A campanha em busca de doadores de medula para Oliver Eduardo Soares e Pedro Simões Marostegan Carneiro continua e vai se expandir. As famílias dos meninos estão em contato com empresas de São Carlos (SP) para a realização de mutirões e também vão promover um evento no Sesc da cidade no dia 24, das 9h às 14h, para cadastrar voluntários. Tudo por um único objetivo: agilizar os transplantes.

"Fechamos com a Tecumseh os dias 3 e 5 de fevereiro e estamos conversando com a Electrolux, a Faber-Castell e a VolksWagen", contou Daniel Marostegan Carneiro, tio de Pedro. Para ele, as empresas têm potencial para esse tipo de ação porque concentram muitas pessoas e, além disso, há a facilidade de participar da campanha sem ter de sair do local de trabalho.

Grande parceiro das famílias, o Hemocentro de Ribeirão Preto deve enviar equipes para a coleta das amostras de sangue - são retirados apenas 10 ml. A cada dia de mutirão, é possível efetuar o cadastramento de até 250 pessoas.
"Para participar, basta ter de 18 a 55 anos, não possuir HIV ou histórico de câncer e apresentar um documento de identificação com foto", afirmou Daniel. "Muitos acham que é difícil, que vão sofrer, mas é simples, seguro, não precisa ter medo", completou a mãe de Oliver, Valdiene Soares.

Ela e Daniel enfatizaram que o banco de doadores é nacional e que, mesmo que os cadastrados na campanha não sejam compatíveis com Oliver e Pedro, podem ajudar outras pessoas. "Faça o cadastro, quem sabe você não é um doador", pediu Valdiene.

Tratamento
Oliver está internado no Hospital Santa Helena, em São Paulo, e continua passando por sessões de quimioterapia, parte do tratamento para a leucemia mielóide aguda diagnosticada em 2013.

Pedro também continua em tratamento. Ele foi para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no fim de dezembro, mas após alguns dias teve alta. Uma recaída o levou de volta ao hospital no começo de janeiro, porém, passado algum tempo, recebeu autorização para ir para casa. “As sessões de quimioterapia continuam, ele também precisa de alimentação especial e não pode ter contato com muita gente”, disse Daniel.


G1



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