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Família fica quase 12h em mata após carro atolar na região de Corumbataí; Aventura começou em Analândia

18/02/2015

Mecânico, mulher e criança de 10 anos dormiram dentro do veículo.
Na manhã desta quarta-feira eles caminharam até uma base da polícia.


A família de Rio Claro (SP) que ficou presa em uma mata desde a noite de terça-feira (17) após o carro em que estava atolar na região de Corumbataí (SP) conseguiu deixar o local na manhã desta quarta-feira (18) após quase 12 horas. O mecânico Gustavo Henrique Trova, de 31 anos, caminhou até uma base da Polícia Rodoviária, contou a mãe dele, Jacira Trova, de 58 anos. Segundo ela, todos passam bem. “Foi um susto”, afirmou a dona de casa ao G1.

Gustavo, a mulher, Gabriela Justino Trova, de 28 anos, e o filho, Vinicius Henrique Trova, de 10, passaram a terça-feira reunidos com a família em uma chácara de amigos. Por volta das 18h, eles decidiram voltar para Rio Claro em um veículo baja, adaptado para rodar em trilhas, mas foram surpreendidos por uma forte chuva e atolaram em uma curva próxima a um canavial.

Por meio de um tablet que ainda tinha um pouco de bateria, a família fez uma postagem na rede social. Uma amiga viu e acionou a polícia. Parentes, amigos e voluntários começaram as buscas por conta própria.
“Pegamos a localização para tentar ajudar de alguma maneira. De começo pensei que a polícia estava ajudando, mas eles disseram que não podiam fazer nada porque iam atolar também e recomendaram que juntássemos todos os amigos de trilha para ir socorrer eles. Só que os carros não têm placas e não podem pegar pista. Pela trilha talvez nem chegariam”, disse a amiga Laura Schwindeen.

Os pais do mecânico tentaram chegar ao local de carro, mas também atolaram no caminho. Segundo a Polícia Militar, uma viatura de Corumbataí foi até a região, mas por estar escuro, não conseguiu subir a trilha. A família disse que pediu ajuda ao Corpo de Bombeiros de Rio Claro. A corporação afirmou, entretanto, que não recebeu nenhum chamado.

Medo
A mãe do mecânico contou que passou a noite dentro do carro com o marido. “Também atolamos e não conseguimos sair. Choveu a madrugada toda, então ficamos lá mesmo porque não sabíamos onde estávamos. É uma área de canavial, fácil de se perder, havia muita serração, então fiquei com um pouco de medo”, relatou a dona de casa.
A nora dela também sentiu medo porque chovia e caíam muitos raios. “Foi uma noite terrível. Ventava muito e chovia bastante, deu frio. Como o carro tem vidro, entrava água e molhava a gente. Deixava o Vinicius no meio para protegê-lo, mas a gente se molhou bastante. Quando clareou o dia, falamos agora a gente vai porque se chover de novo não vamos aguentar de tanto frio”, disse ela.

A família caminhou por cerca de 10 minutos até base da polícia em Corumbataí, já que estava há poucos quilômetros da Rodovia Washington Luís (SP-310). "Terminou bem graças a Deus, estamos bem e fomos bem atendidos no posto. A sensação depois do sufoco é ótima”, contou o mecânico.

A mãe dele disse que o filho está acostumado a fazer trilhas, mas que esta foi a primeira vez que aconteceu este tipo de incidente. “Assustou as famílias e os amigos, mas graças a Deus deu tudo certo e todos estão bem, apenas molhados e com frio, segundo disse o meu neto”, relatou a dona de casa.



G1






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