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Após um ano, ato cobra investigações sobre a morte de estudante da UFSCar

23/02/2015

Sérgio Gonçalves Lima, o "Panco", tinha 22 anos e cursava educação física.
Aluno foi encontrado morto após sair de uma formatura em São Carlos, SP.



Um ano depois da morte do estudante da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Sérgio Gonçalves Lima, de 22 anos, familiares e amigos voltam a se manifestar contra a falta de respostas por parte das autoridades. Nesta segunda-feira (23), está marcada uma passeata, que parte às 11h da Delegacia Seccional de Polícia, na Praça Santos Dummont. Mais tarde, às 19h, será celebrada a missa de um ano de falecimento do estudante na Paróquia Nossa Senhora do Carmo.

Aluno do 4º ano de educação física, "Panco", como era chamado no campus, foi encontrado sem vida em uma estrada perto de uma casa de eventos em São Carlos (SP), onde participou de uma festa de formatura momentos antes. A polícia deu início a uma investigação, mas até hoje o caso não foi concluído. O delegado responsável pelo caso foi procurado pelo G1 na sexta-feira (20), mas preferiu se manifestar. A família da vítima também não quis dar declarações.

Homenagens
Em fevereiro de 2014, 150 estudantes e moradores sãocarlenses fizeram uma passeata de protesto contra a violência, que contou com a participação dos pais do ex-aluno. Organizado pelas redes sociais, o evento teve momentos marcantes, como a leitura de um manifesto com frases que Panco gostava de utilizar.
Também no primeiro semetre do ano, o 2º Campeonato de Futsal da UFSCar teve como patrono Sérgio "Panco" Lima. Pouco depois, já no segundo semestre, amigos do estudante criaram uma página no Facebook com o nome "Panco - Uma luz que nunca irá se apagar". A página compartilha fotos do estudante e mensagens de apoio à família e aos amigos.

Caso
Lima foi encontrado em uma via de terra próxima à alça de acesso que liga a Rodovia Washington Luís (SP-310) ao Jardim Embaré, em São Carlos. O corpo do jovem foi encontrado às 3h50 do dia 23 de fevereiro, após uma ligação ao 190 informando sobre um atropelamento.

O jovem estava a 300 metros do local de uma festa de formatura da qual participou no dia. Quando a polícia chegou ao Local, o Serviço Móvel de Atendimento de Urgência (Samu) já estava presente, mas o rapaz já estava morto.
A perícia não detectou indícios de atropelamento, mas de uma possível agressão. O corpo foi levado ao Intituto Médico Legal (IML), onde passou por exames. O caso foi registrado como morte suspeita.

Investigações
Um dia após a morte, uma testemunha afirmou à Polícia Civil que houve omissão de socorro ao estudante. De acordo com a pedagoga Karla Bertacini, o rapaz estava vivo quando ela passou de carro e viu o jovem caído na estrada. Ela afirmou que uma ambulância da festa foi chamada, mas não socorreu o rapaz.

Testemunhas também disseram que Sérgio Gonçalves teria sido expulso da festa por um segurança após se envolver em uma discussão com um casal. No boletim de ocorrência, os seguranças informaram que o rapaz não estava no local por estar sem os trajes exigidos.

Dias depois, em depoimento, um taxista afirmou ter visto o jovem sair sozinho do evento e que ele teria chegado a pedir uma corrida, mas desistiu por conta do valor. Ele teria voltado a falar com os seguranças e ficou nas imediações do local.

G1



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