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Vacina contra HPV atinge 72% do público alvo em Descalvado

11/04/2015

Doses continuarão disponíveis nas unidades de saúde; equipe da vigilância epidemiológica fará trabalho nas escolas para sensibilização das recusas

Por mais um ano Descalvado seguiu cronograma do Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde, disponibilizando vacina gratuitamente para a prevenção do HPV.

A vacinação está ocorrendo desde o início de março, tanto nas unidades de saúde do município, quanto nas salas de aula da rede de ensino municipal, destinadas a meninas da faixa etária de 9 a 11 anos.

O HPV é uma das causas mais frequentes do câncer do colo do útero. O número de mortes pela doença no País aumentou 28,6% em 10 anos, passando de 4.091 óbitos, em 2002, para 5.264, em 2012. Os dados são do Atlas de Mortalidade por Câncer no Brasil, publicação do Ministério da Saúde e do Instituto Nacional do Câncer (Inca).

Para o município foi determinado a meta de 80% de vacinação de uma população compreendida de 623 meninas. De acordo com informações da Enfermeira Chefe da Vigilância Epidemiológica, Lourdes Santana, até o presente momento a vacinação atingiu 72% do público alvo, isto em razão da recusa.

“A vacina é fundamental para a prevenção de infecções nas futuras gerações. É uma opção de prevenção primária que a gente não tinha no passado. Antes era restrito a tentar evitar o contato com o HPV, o que não é muito fácil na prática. Apesar disso, há uma pequena parcela dessa população que apresenta recusa. Mas a partir da próxima semana, estaremos retornando às escolas, para fazer um trabalho de conscientação”, esclarece Lourdes.

O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece a vacina quadrivalente, que protege de quatro subtipos do vírus HPV (6, 11, 16 e 18), com 98% de eficácia em quem segue corretamente o esquema vacinal.

A enfermeira Lourdes ressalta que a vacina aplicada em mais de 50 países tem sua segurança comprovada. “Ambas as vacinas contra o HPV que existem no mundo são seguras. Todos os mecanismos de controle, a OMS, a União Europeia, são unânimes em atestar a segurança da vacina. Podem existir alguns efeitos adversos, como por exemplo, vermelhidão e dor no local da injeção, tontura. Por isso, é recomendado que a menina fique sentada uns minutos depois da vacina, mas esta reação está mais ligada ao emocional”, ressaltou.

A vacina contra HPV tem eficácia comprovada para proteger mulheres que ainda não iniciaram a vida sexual e, por isso, não tiveram nenhum contato com o vírus.




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