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Araraquara registra primeiro caso do vírus da zika em grávida 35 anos

16/02/2016

Paciente infectada está com 37 semanas de gestação e caso é autóctone.
Doença é causada pelo Aedes aegypti, vetor da dengue e chikungunya.





O Serviço Especial de Saúde de Araraquara [Sesa] confirmou nesta segunda-feira [15] o primeiro caso do vírus da zika na cidade e na região. A doença foi confirmada em uma mulher de 35 anos, que está grávida de 37 semanas. O zika é transmitido pelo Aedes aegypti, mosquito que também é vetor da dengue e da febre chikungunya. A cidade ainda tem outros dois casos suspeitos de zika.

Segundo o Sesa, a paciente infectada é moradora do Bairro Altos da vila e não viajou recentemente, o que demonstra transmissão autóctone, quando acontece na cidade.

Na semana passada, a mulher procurou atendimento médico ao apresentar vermelhidão no corpo e realizou exames de dengue, zika e chikungunya. Ela passa bem e, segundo o Sesa, o risco de transmissão para o bebê é praticamente inexistente porque maior é no primeiro trimestre de gestação. A mulher está acompanhanda pelo órgão.
Após a confirmação, a Vigilância Ambiental em Saúde fez o trabalho de bloqueio e nebulização na área em que a paciente mora. Outras duas suspeitas ainda aguardam o resultado dos exames de confirmação.

Sintomas
Os sintomas do zika vírus são: manchas vermelhas grandes e de alto relevo pela pele, que podem estar acompanhadas de febre, dor articular, coceira e olhos avermelhados. A pessoa que perceber alguns dos sintomas, principalmente as manchas, deve procurar o serviço de saúde para uma avaliação.

O que se sabe sobre o zika vírus, a partir dos casos registrados no Brasil e também na Polinésia Francesa anos atrás, é que a doença pode causar lesões neurológicas, como encefalite [inflamação no cérebro], que causa confusão mental e alteração do nível de consciência.

Também pode causar lesões medulares, como a mielite [inflamação na medula espinhal], que provoca paralisia nos membros.

Relação com a microcefalia
De acordo com o Ministério da Saúde, os casos de contaminação por zika vírus são a \"principal hipótese\" para explicar o aumento da ocorrência de microcefalia no país. Até o dia 2 de janeiro, foram notificados 3.174 casos suspeitos de microcefalia em 684 municípios de 21 estados brasileiros.

A pasta também investiga a relação do zika vírus com 38 mortes de bebês com microcefalia. A doença é uma condição rara em que o bebê nasce com o crânio do tamanho menor do que o normal. A malformação é diagnosticada quando o perímetro da cabeça é igual ou menor do que 32 cm – o esperado é que bebês nascidos após nove meses de gestação tenham pelo menos 34 cm.


G1





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