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Em reunião na Câmara, Governo Henrique mantem proposta de 5% de recomposição salarial

04/03/2016

“Queremos os 12% Prometidos”, dizia faixa posta em frente à Câmara Municipal



Em reunião ocorrida na tarde desta sexta-feira, 04, na Câmara Municipal, representantes do Governo Henrique manteram a proposta de concessão de apenas 5% de recomposição salarial para os funcionários públicos municipais.

De acordo com as informações prestadas pelos representantes do prefeito que estiveram na reunião, sendo eles o Secretário de Finanças, Geraldo Aparecido de Campos, a Subprocuradora Giovana Cristina dos Santos e o Diretor de Gabinete Mário Luiz Zambelli, a prefeitura não possui condições financeiras para suportar a aplicação de um índice de recomposição superior a 5%.

Porém o questionamento feito pelos vereadores Guto Cavalcante [PTB], Argeu Rechini [PROS], Anderson Sposito [DEM] e Vick Francisco [PPS] é o porquê da “mudança”, pois em 19 de fevereiro deste ano, o Secretário de Finanças e a Subprocuradora assinaram e encaminharam para o sindicato da classe uma proposta escalonada de 12% de recomposição salarial, e não 5%.

Mas de acordo com os vereadores ouvidos pelo Descalvado Agora, nenhum dos representantes do governo foi capaz de explicar, de forma convincente, para os vereadores, o motivo da mudança de 12% para 5%.

Sessão de segunda-feira
Os funcionários públicos deverão comparecer em peso na continuidade da sessão legislativa que foi suspensa e agendada para ser concluída às 18h da próxima segunda-feira, dia 7, onde será aprovada ou rejeitada, pelos vereadores, a proposta de recomposição salarial de 5%.

É grande a expectativa que os funcionários públicos compareçam em massa nessa sessão, pois como eles estão sem recomposição salarial de 2014, estão sofrendo as terríveis consequências geradas pela perda do poder aquisitivo de seus salários. O poder aquisitivo do salário, para que todos entendam é, por exemplo, quando você vai ao supermercado e percebe que está comprando menos produtos com a mesma quantia de dinheiro utilizada no passado. E isso os funcionários públicos estão vivenciando desde 2014.

Greve?
Há uma ala de funcionários que estão se organizando para pressionar o Sindicato de classe a realização de uma greve, para forçar o prefeito a promover exonerações de comissionados, para que assim ele possa dar uma recomposição justa, já que como a inflação do período supera os 17%, com a aplicação de um índice de 5% os funcionários ainda estariam sem as devidas correções garantidas pela constituição.

Nas redes sociais e nos programas de comunicação instantânea, como o whatsapp, por exemplo, é grande o número de funcionários que mostram-se favoráveis a realização da greve, que para ocorrer deve respeitar a forma legal, já que o direito a greve também é um direito constitucional de todo trabalhador.

12%... 5%... 2%...!
Um dos vereadores que estavam presentes na reunião confidenciou a nossa equipe de jornalismo que ficou consternado com um comentário que teria sido dito por um dos representantes do prefeito. Segundo o vereador, esse membro do staff do prefeito teria dito que caso o índice de 5% não fosse aceito eles encaminhariam outro projeto, de apenas 2%, para assim corrigirem uma grande falha legal, pois atualmente existem funcionários ganhando menos de um salário mínimo, e com os 2% todos passariam a ganhar, pelo menos, o mínimo nacional.





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