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Epidemia de vírus da zika preocupa Santa Rita do Passa Quatro

27/04/2016

Cidade somou 99 confirmações após o diagnóstico por exames clínicos.
Grávidas vão receber repelentes em postos de saúde, diz coordenadora.



A epidemia de vírus da zika está preocupando os moradores de Santa Rita do Passa Quatro. Na segunda-feira [25], a cidade somou 99 casos da doença, sendo que a maioria teve diagnóstico por exames clínicos. Com o risco maior para gestantes, já que a doença pode causar microcefalia nos bebês, a prefeitura vai distribuir repelentes nos postos de saúde.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde [OMS], é considerada epidemia de zika se o município tiver pelo menos 300 casos da doença a cada 100 mil habitantes. Santa Rita entrou em epidemia ao atingir 82 casos.

Diagnóstico por exame clínico
A doença é muito nova e aos poucos os especialistas estão descobrindo mais sobre o vírus da zika. Por isso, o exame laboratorial é muito caro. Nós laboratórios particulares chega a custar R$ 2 mil. Pelo Instituto Adolfo Lutz, no mês passado foram enviadas cinco amostras, mas os resultados ainda não saíram. Por isso, o diagnóstico e feito pelo exame clínico.

“[Diagnóstico] com sintomas do paciente. A gente também dá uma olhada na parte epidemiológica, no local onde está acontecendo os casos. Alguns pacientes que apresentavam esses sintomas o médico também pediu exame para dengue e foi descartado e só sobrava para gente zika”, explicou a coordenadora da Vigilância Epidemiológica, Maria Helena Missiato Antunes.

Repelente para grávidas
A coordenadora explicou que as grávidas são a maior preocupação por causa do risco de microcefalia para o feto. Na cidade, uma gestante espera o resultado do Adolfo Lutz. Pra proteger as futuras mamães, a prefeitura vai distribuir repelente. “Nós já compramos e a partir dessa semana vai ser distribuído para as gestantes nas Unidades Básicas de Saúde [UBS]”, afirmou.

Bairros com mais zika
Os casos de zika estão concentrados em três bairros: São Salvador, Vila Kenedy e Jardim. “Eu tenho três clientes que estão com zika na mesma casa. Assusta e muito”, afirmou a manicure Lucimara de Cássia.

A dengue também preocupa já que são 21 casos confirmados e 127 notificações. Além disso, há um caso suspeito de chikungunya. Para combater as três doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, operações de bloqueio e nebulização são realizadas todos os dias. E mesmo assim os agentes encontram focos. “Observar em cima do motor das geladeiras onde ainda são encontradas larvas e ralos que o pessoal esquece de olhar”, afirmou o coordenador de combate ao Aedes Rodrigo Nacca.

Nem mesmo as casas fechadas são deixadas pra trás. “Vamos nas imobiliárias, que se prontificam a abrir e as casas que não são de imobiliárias geralmente algum vizinho ou algum parente tem a chave e a gente consegue abrir. 90% abrem”, afirmou Nacca.


G1





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