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Após 1 mês, bancários da região decidem encerrar a greve

07/10/2016

Funcionários aceitaram proposta de reajuste de 8% e abono de R$ 3,5 mil.
Agências privadas e Banco do Brasil voltam ao trabalho nesta sexta-feira.



Após 1 mês, os bancários da regiões de São Carlos, Araraquara e Rio Claro [SP] decidiram em assembleias encerrar a greve e aceitar a proposta da Federação Nacional do Bancos [Fenaban], nesta quinta-feira [6]. A paralisação afetou 129 agências e postos de atendimento, segundo os sindicatos.

Os funcionários dos bancos privados, Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal [CEF] voltam ao trabalho nesta sexta-feira [7]. A CEF da região de São Carlos vai decidir se aceita a proposta em uma assembleia nesta sexta, às 9h .

A proposta
A categoria aceitou a terceira oferta apresentada pela Fenaban na noite de quarta-feira: reajuste de 8% em 2016 e abono de R$ 3.500. A proposta também inclui aumento de 10% no vale refeição e no auxílio-creche-babá e de 15%, no vale alimentação. Os bancos também se comprometeram a garantir aumento real de 1% em todos os salários e demais verbas.

O acordo proposto pelos bancos tem validade de dois anos. Para 2017, os salários serão reajustados pela inflação [INPC/IBGE], mais 1% de aumento real.

Região
De acordo com os sindicatos, cerca de 300 bancários da região de São Carlos aderiram à greve desde o dia 6 de setembro. Pelo menos 22 agências da cidade ficaram fechadas. Em Araraquara, 33 delas interromperam o atendimento, afirmou Lauriberto Viganon, presidente do Sindicato dos Bancários de São Carlos e região.
Na região de Rio Claro, 1,1 mil aderiram à greve, de acordo com Reginaldo Breda, presidente do Sindicato dos Bancários. Segundo ele, 76 agências interromperam as atividades.

Greve nacional mais longa
A greve completou 31 dias nesta quinta-feira [6] e supera a de 2004, primeiro ano em que os bancários se uniram para negociar melhores condições para a categoria e que tinha sido a mais longa até então com duração de 30 dias, segundo a Confederação Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro [Contraf-CUT]. A greve de 2015 durou 21 dias.

Negociações
Os bancários pediam a reposição da inflação do período mais 5% de aumento real [totalizando 14,78% de reajuste], valorização do piso salarial - no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese [R$ 3.940,24 em junho] e PLR de três salários mais R$ 8.317,90.

Antes do início da greve, no dia 29 de agosto, os bancos propuseram reajuste de 6,5%. Novas propostas foram apresentadas nos dias 9 e 28 de setembro, de reajuste de 7%. Todas foram rejeitadas pelos bancários, que decidiram manter a greve por tempo indeterminado.

Impacto nos serviços
A greve afetou os serviços bancários em todo o país, pois algumas situações não podiam ser resolvidas em canais de autoatendimento e outros meios alternativos.

Na quarta-feira [5] 13.123 agências e 43 centros administrativos ficaram fechados segundo a Contraf, o correspondente a 55% dos locais de trabalho em todo o país. O dia em que foi registrado o maior número de agências fechadas foi 27 de setembro, quando 13.449 fecharam as portas.

Fonte: G1





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