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Em reunião com entidades, Becão e Luiz Carlos anunciam a liberação de mais R$ 200 mil para ajuda no pagamento de 13º de funcionários

26/09/2018

Ação para ajuda financeira já vinha sendo discutida há algumas semanas pelos representantes do Poder Executivo e por parte dos vereadores da Câmara Municipal. Reunião também serviu para debater as distorções que surgiram após a votação de um projeto de lei.

Após algumas semanas de planejamento e de reuniões com cada uma das entidades assistenciais do município de Descalvado, na última sexta-feira [21], o prefeito Becão e o vice Luiz Carlos Viana reuniram-se com os representantes das entidades para oficializar mais uma ajuda financeira por parte da Prefeitura Municipal, de forma a colaborar para o pagamento do 13º salário dos funcionários dessas instituições.

Com a ajuda das equipes das Secretarias de Finanças, Administração e Assistência Social, nas duas últimas semanas Becão e Luiz Carlos vinham mantendo contato com os representantes das entidades, de forma a entender as necessidades e as dificuldades que cada uma delas vem atravessando. Após uma análise de cada caso, prefeito e vice entenderam que uma ajuda no valor aproximado de R$ 200 mil, a ser divido entre todas as instituições, proporcionaria a ajuda financeira necessária para honrar os pagamentos do 13º salário de todos os funcionários - uma grande preocupação encontrada ao final de cada ano por parte das instituições.

O anúncio foi feito na manhã da sexta-feira, na sala de reuniões da Prefeitura Municipal, e contou com a participação dos vereadores Reinaldo Ninja, Débora Cabral e Sebastião Ricci.

“Apesar da imensa demagogia que vem sendo feita por parte de alguns vereadores, esta administração está sim comprometida com as entidades assistenciais do nosso município. Somos hoje, de longe, a gestão que mais vem ajudando essas instituições”, ressaltou o prefeito Becão.

Os representantes de todas as entidades presentes na reunião foram unânimes ao falar da importância sobre mais esta ajuda financeira para cada uma das instituições, e anunciaram que deverão encaminhar ao prefeito e ao vice um documento de apoio e reconhecimento por tudo aquilo que vem sendo feito pela Prefeitura desde o ano passado.

INDIGNAÇÃO – Infelizmente, o encontro não serviu apenas para tratar das boas notícias. Em decorrência da polêmica e da distorção dos fatos que se formaram em torno de um projeto de lei aprovado pela maioria dos vereadores na sessão legislativa da última segunda-feira [17], os representantes das entidades tiveram a oportunidade de ouvir diretamente do prefeito Becão e do vice Luiz Carlos a verdade dos fatos em torno do projeto que tratava de abertura de crédito adicional suplementar para o gabinete do prefeito e a assessoria de comunicação social, destinados para a compra de equipamentos e material permanente, e para a manutenção das atividades de publicidade legal e institucional.

O projeto de lei solicitou autorização dos vereadores para incluir no orçamento da Prefeitura, créditos no valor total de R$ 165 mil. Conforme consta explicitamente no projeto de lei, os valores correspondem ao excesso de arrecadação que não estava previsto no orçamento deste ano, e não anula qualquer dotação de outro departamento ou secretaria.

O projeto acabou se transformando em um verdadeiro ‘ringue político’, onde uma minoria de vereadores acabaram distorcendo a sua finalidade, levando para parte da população e administração de algumas entidades, fatos totalmente mentirosos, de forma captar apoio para a sua reprovação, em razão, segundo os boatos espalhados, de que o prefeito estaria tirando dinheiro das entidades para comprar um veículo no valor de R$ 165 mil. “O que aconteceu neste projeto de lei, mostra-nos, infelizmente, que aquela velha tática política tão criticada verbalmente por alguns que se intitulam ‘novos’, na verdade está mais presente do que nunca aqui na nossa cidade. Vocês todos aqui nesta sala são testemunhas da transparência desta administração, da seriedade com que lidamos com a coisa pública, e da nossa incansável busca em soluções para ajudar todas as entidades. Infelizmente, a maldade impregnada em alguns parlamentares, que nitidamente já parecem estar em campanha eleitoral para 2020, jogou irresponsavelmente parte da população contra o nosso trabalho, distorcendo de forma covarde a verdade sobre os fatos ocorridos”, lamentou o vice prefeito Luiz Carlos.

O vereador Ricci foi incisivo nas suas colocações, dizendo que a celeuma serviu justamente para criar uma cortina de fumaça em torno do que realmente está acontecendo na Câmara Municipal: “A verdade é que boa parte da população começou a questionar a construção de um estacionamento de shopping lá na Câmara, onde foram gastos quase R$ 200 mil para nada, sendo que a minoria que hoje administra o Poder Legislativo viu nesse projeto de lei, a oportunidade de desviar o foco e literalmente jogar na lama o nome de seis vereadores, não se importando com o sofrimento deles e todos os seus familiares”, explicou o vereador, finalizando suas explanações alertando para os representantes das entidades que algumas das verdadeiras razões que vem levando parte da vereança em promover ataques ‘covardes’, segundo suas palavras, contra a administração municipal, são na verdade pedidos pessoais não atendidos pelo prefeito. “A verdade meus amigos, é que muitos pedidos de caráter pessoal não foram atendidos pelo Becão e pelo Luiz Carlos, como por exemplo, um cargo para o pai de um dos vereadores que hoje ataca covardemente essa administração, e de outro que está de olho em ‘pegar’ o Projeto Criança em favorecimento de gente ligada à ele e interessada naquele projeto social e nos recursos que ali são destinados”, desabafou Ricci.

Uma das representantes do Lar Escola Imaculada Conceição também acabou se manifestando de forma bastante emocionada, afirmando que a entidade foi usada por um parlamentar que, por meio do aplicativo WhatsApp, distorceu o conteúdo do Projeto de Lei e anunciou antecipadamente por meio de uma gravação em áudio, que o prefeito estaria tirando dinheiro da entidade para comprar um carro de luxo. “Foi este o motivo que levou nós e vários pais de alunos nossos até a Câmara Municipal, para somente lá, após todo aquele circo que foi armado, descobrirmos o que realmente se tratava o projeto. Sentimo-nos todos usados”, disse ela.

NOVO VEÍCULO PARA O GABIENTE DO PREFEITO – Um dos pontos principais que gerou a discussão e a guerra política que se instalou em torno do projeto de lei se deu em razão da possibilidade de aquisição, por meio de licitação, de um novo veículo oficial para o gabinete do prefeito.

O projeto incluiu R$ 120 mil [e não R$ 165 mil] no orçamento do Gabinete, de forma a permitir a realização de um processo licitatório para aquisição de um novo veículo para a Prefeitura. Atualmente, o gabinete do prefeito conta apenas com dois veículos: um Vectra com pouco mais de 17 anos de fabricação e que está sem condições de uso desde 2014, quando foi localizado abandonado em uma funilaria de São Carlos e posteriormente guinchado para o pátio municipal, onde permanece até hoje por ser economicamente inviável o seu conserto, e um segundo Vectra que apesar de estar em condições precárias de uso, com cerca de 450 mil quilômetros rodados, problemas no câmbio e com o motor prestes a fundir, ainda é usado pelo prefeito e todo seu staff, pela Procuradoria Geral e por várias outras secretarias.

“Não estamos querendo comprar um carro para o prefeito! Isso é uma grande mentira! A Prefeitura necessita de um novo veículo para o gabinete do prefeito, de forma a atender as viagens que fazemos constantemente até a capital do estado, para diversas cidades da região, para a equipe da Procuradoria poder se locomover para a defesa nas inúmeras audiências trabalhistas, para o trabalho de várias secretarias que não possuem nenhum veículo, e até mesmo para dar suporte ao transporte de pacientes até municípios mais distantes de Descalvado, fato que ocorre por diversas vezes. Mas para alguns poucos, a compra de um novo veículo para todas estas finalidades é desnecessária. Querem mesmo é parar o serviço público e prejudicar não o prefeito, mas toda a Prefeitura”, explicou Becão.

Vale ressaltar que mesmo com a aprovação do projeto de lei, a Prefeitura é obrigada a abrir um processo licitatório para a aquisição de um novo veículo para o gabinete do prefeito. Outro ponto de destaque é que a licitação não pode, sob nenhuma hipótese, determinar a marca ou o modelo do veículo, apenas trazer suas especificações técnicas como, por exemplo, o tipo [sedan ou hatch], potência ou o número de marchas, por exemplo. O vencedor do certame é aquele que oferecer um veículo que atenda às exigências do edital, pelo menor preço.





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