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Mulher é morta violentamente em Pirassununga

24/08/2011

Um caso brutal de homicídio duplo aconteceu na tarde desta terça-feira (23) na cidade de Pirassununga. Pai e filha, ambos moradores da rua José Carlos Machado, Vila Real foram vítimas de espancamento e facadas. O crime ocorreu por volta das 16h50.

A mulher, Maria de Fátima Araújo, de aproximadamente 50 anos de idade, foi morta com golpes de faca na região do peito e pescoço. Ela chegou a ser socorrida, pela Unidade de resgate do Corpo de Bombeiros, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu em seguida.

A outra vítima, Pedro de Oliveira Barros, de 83 anos, pai de Maria de Fátima foi ferido gravemente com perfurações no pescoço. Ele também apresenta várias lesões pelo corpo. Foi socorrido pela viatura 312 da Polícia Militar com o soldado Sanches ao Pronto Socorro da Santa Casa de Misericórdia onde foi transferido para a UTI em estado grave.

Tanto pai quanto filha teriam se mudado para Pirassununga no início do ano. Eles residiam no bairro de Santo Amaro, na cidade de São Paulo e procuravam por um local com mais tranqüilidade e menos violência.

A partir do momento da comunicação do crime, a Polícia Militar de Pirassununga,com apoio da Polícia Civil começaram o trabalho de identificação e captura do suspeito. O motivo do crime ainda não é conhecido, mas na calçada, defronte a residência das vítimas havia um cão morto supostamente envenenado.
O quarto da vítima ficou totalmente ensanguentado, com rastros de luta por toda a casa, bem como de utensílios quebrados e moveis arrastados. A Polícia Civil preservou o local a fim de investigar o fato. Uma faca, que teria sido utilizada para matar pai e filha ainda não foi localizada.

A prisão do suspeito

Depois de obterem algumas informações, A Polícia Militar iniciou diligências em busca do suspeito, quando então estiveram na Estação Rodoviária de Pirassununga, ali os policiais foram informados de que um homem, negro, forte, bermuda azul, blusa bege de manga cumprida tinha embarcado num Ônibus da Viação Danúbio Azul com destino à capital paulista.

Assim, o Centro de Atendimento e Despachos da Polícia Militar de Pirassununga fez contato com toda a região, ou seja, com o policiamento de área das cidades ao longo da rodovia Anhanguera, bem como com o policiamento rodoviário, passando as características do suspeito da “barbárie” cometido na vila Real. O pré-nome do suspeito também foi passado, sendo Edson.

Os policiais militares da ROCAM, soldados Gleber e Souza (ambos são naturais de Pirassununga, mas trabalham na cidade de Araras) de posse de informações seguiram para a Estação Rodoviária da cidade de Araras, quando passaram a abordar aos ônibus que seguiam no sentido capital. Depois de vistoriarem três coletivos partiram para o quarto, quando em conversa com o motorista, este informou que em um dos assentos no final do coletivo, teria um elemento de cor negra, bermuda azul e outros detalhes que coincidia com a do suspeito.

No interior do coletivo alguns passageiros permaneciam sentados, os policiais mantiveram a calma, pois, temiam pela vida dos passageiros, permanecendo do lado de fora, quando então perceberam que o suspeito se levantou carregando algo nas mãos, quando então ao deixar o coletivo seguia para uma lixeira, a fim de jogar os produtos que carregava, quando então foi abordado pelos policiais.

Identificado como sendo Edson Ferreira dos Santos, morador na capital paulista, o suspeito indagado pelos policiais sobre o episódio ocorrido em Pirassununga alegou desconhecer, submetido a uma revista pessoal os policiais encontraram com o mesmo um bolsa que foi levada do interior da casa, o que então o deixava como um grande suspeito do crime. Mesmo assim negou, dizendo que estava na casa vizinha, do local do crime, momento em que elementos ocupando um veículo Fiat/Uno teriam deixado os objetos apreendidos com o mesmo, mandando que assumisse a bronca.

Removido para Pirassununga, o suspeito foi levado para a sede do SIG, quando então os policiais civis e o delegado João Pinheiro Neto passaram a interrogar o suspeito e pessoas que estavam nas proximidades.

De acordo com uma fonte da Polícia Civil, Edson Ferreira dos Santos teria confessado o crime, dizendo que agiu desta maneira devido ao aposentado Pedro de Oliveira Barros teria o chamado de “preto sem vergonha”. Os policiais receberam com reservas esta versão e trabalham em outros campos.

Estava morando na casa de um amigo

Morando na casa de um amigo de infância, o qual falou à imprensa, Elias se disse surpreso com a atitude do “menino”, uma vez que o conhece bem como a família dele que morava na zona leste da capital paulista.

De acordo com Elias, tomou conhecimento que seu cachorro de estimação tinha sido morto e enterrado, isto por volta de 12 horas desta terça-feira, 23. Como não obteve autorização do patrão para deixar o serviço, somente foi para sua casa depois do serviço, parando em pelo menos dois pontos antes de chegar a casa, quando então foi até o terreno em frente a casa, quando teria desenterrado o cachorro para levá-lo ao veterinário, a fim de saber da causa da morte do animal.

Depois de colocar o animal num saco branco foi até a casa do vizinho, a fim de se informar se o mesmo sabia sobre a morte do cachorro, quando então, ao abrir o portão encontrou o homem bastante machucado e ensangüentado junto à porta da sala, visualizando a mulher caída no quarto, com a casa com muito sangue, quando então pediu por ajuda.

Fonte: www.reporternaressi.com.br e www.difusorapirassununga.com.br



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