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Especialista dá dicas para lidar com diferentes tipos de chefe

26/09/2011

Quem não é dono do próprio negócio ou é autônomo em algum momento da vida profissional vai precisar conviver com um chefe. Mas, em vários casos, o convívio entre patrão e funcionário é muito difícil, e é preciso saber lidar com a situação para não causar problemas no trabalho. Para orientar quem tem problemas com o chefe, o EPTV.com consultou uma especialista para dar dicas de como agir em diferentes casos. A consultora em recursos humanos da Business Partners, Viviane Gonzalez, explica que, atualmente, as pessoas pedem demissão muito mais pelo chefe do que pela própria empresa.

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Trabalhadores insatisfeitos podem impactar diretamente no rendimento das empresas A boa notícia, segundo Viviane Gonzalez, é que as companhias estão tentando acabar com a imagem "turrona" do líderes e gestores para não prejudicar os negócios. Leia abaixo as alternativas para conviver com chefes centralizadores, autoritários e mais jovens.

Chefe centralizador

O filme "Quero matar meu chefe" (Warner Bros/2011) conta a dramática vida de quatro amigos que sofrem na mão do chefe. Um dos personagens, Nick Hendricks (Jason Bateman) é obrigado pelo presidente da empresa, interpretado por Kevin Spacey, a passar por situações constangedoras, como beber um copo de uísque às 8h15 da manhã e cumprir jornadas esgotantes de trabalho. A promessa, que nunca foi cumprida, era para o cargo de vice-presidente, que foi ocupado pelo próprio chefe.

Viviane Gonzalez explica que o problema de ter um chefe centralizador é que a pessoa não se desenvolve. "O profissional não consegue crescer na carreira porque o chefe não o deixa tomar decisões e não divide tarefas", completa a especialista. Ela orienta que o funcionário tente conquistar a confiança do chefe. "Assim, ele vai, aos poucos, perceber que não dá conta de fazer tudo sozinho e começar a passar algumas tarefas para os funcionários".

Chefe autoritário

Quem assistiu ao filme "O Diabo Veste Prada" (20th Century Fox Film Corporation/2006) conheceu ótimo exemplo de um chefe autoritário. A jovem jornalista Andrea "Andy" Sachs (Anne Hathaway) passa por situações inconvenientes e absurdas na mão da autoritária, rude e temida editora de uma revista de moda, Miranda Priestly (Meryl Streep). O longa baseia-se no livro homonimo de Lauren Weisberger, uma ex-assistente pessoal de editora-chefe da revista de moda Vogue, Anna Wintour, na vida real. A autora do livro insiste ser apenas uma obra de ficção.

Mas não é somente em filmes e livrosque encontramos situações como as relatadas em "O Diabo Veste Prada". Muitos profissionais relatam folgas que não são respeitadas, e que o celular e e-mails são usados frequentemente pelos chefes para falar sobre assuntos de trabalho nos momentos que deveriam ser de descanso do funcionário. "A alternativa é colocar limites e não atender o telefone, mesmo que seja seu chefe. Até que ele pare de fazer isso", orienta a consultora de RH.

Quando o autoritarismo do chefe chegar a um ponto insustentável, a recomendação é a conversa. "O importante é ser sincero e transparente. Falar que não que não se sente confortável é o primeiro passo, mas também é muito importante assumir os erros e tentar não repetí-los no futuro, já que um chefe autoritário não tolera erros".

Chefe mais jovem

A entrada da geração Y no mercado de trabalho também pode causar problemas no relacionamento chefe x funcionário. Atualmente, não é difícil encontrar gestores na faixa dos 25 aos 30 anos coordenando equipes formadas por profissionais mais velhos e de gerações mais antigas. Este é o tema do filme "Em boa companhia" (Universal Pictures/2004). Dan Foreman (Dennis Quaid) é o chefe de vendas de publicidade da revista Sports America e, aos 51 anos, leva uma vida boa. Após a revista ser adquirida por uma multinacional, Dan perde sua função na empresa para o jovem Carter Duryea (Topher Grace), um publicitário de 26 anos.

"Cada vez mais, os jovens estão assumindo cargos de liderança em um curto espaço de tempo. Antes, os profissionais se tornavam diretores de empresas com 40, 50 anos... Hoje encontramos pessoas nessas posições com 30 anos", explica a especialista em recursos humanos. Viviane Gonzalez dá a dica: o profissional que está há mais tempo na empresa precisa saber administrar essa tendência e saber aproveitar as experiências positivas e as habilidades de cada geração.














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