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Toddynho saiu da fábrica com detergente, diz PepsiCo

07/10/2011

Há suspeita de intoxicação de 32 pessoas após ingestão do produto

A empresa PepsiCo, detentora da marca Toddynho, divulgou nota, na noite desta quinta-feira (6), informando que uma falha no processo de higienização dos equipamentos provocou o envase do produto usado para limpeza, à base de água e líquido detergente, em algumas embalagens de Toddynho. O Centro de Vigilância em Saúde do Rio Grande do Sul divulgou, horas antes, que examinou 23 amostras de 13 lotes do achocolatado Toddynho após várias pessoas terem passado mal após ingerir a bebida. Segundo o órgão, um lote teve confirmado um pH impróprio para o consumo humano.

Ainda segundo o documento emitido pela PepsiCo, avaliações realizadas pela empresa identificaram uma alteração no conteúdo de embalagens de 200ml da bebida achocolatada, com numeração L4 32, produzido no dia 23 de agosto, no intervalo das 5h30 às 6h30 e validade até 19/02/2012. O produto em questão foi fabricado em Guarulhos, São Paulo, e teve comercialização restrita ao estado do Rio Grande do Sul.

A PepsiCo informou ainda que recolheu imediatamente, ainda na fábrica, as embalagens impróprias para o consumo, mas afirmou que cerca de 80 delas chegaram ao mercado. A empresa disse também, na nota, que a irregularidade não ocorreu por problema na formulação do produto, mas em decorrência de falha pontual no processo de envasamento.

A empresa pediu que os consumidores não consumam a bebida com embalagens com a numeração L4 32 no rótulo e que entrem em contato com o SAC da PepsiCo, pelo telefone 0800 703 2222. A empresa disse que disponibilizou um médico para os consumidores que tiveram contato com o produto e que procuraram a empresa por meio do SAC.

Impróprio para consumo

Centro de Vigilância em Saúde do Rio Grande do Sul divulgou, nesta quinta-feira, que examinou até o momento 23 amostras de 13 lotes do achocolatado Toddynho após várias pessoas terem passado mal. Segundo o órgão, um lote teve confirmado um pH impróprio para o consumo humano.

Segundo a Vigilância, as análises apontam que o lote L4 32, com data de validade de 19/02/2012, apresentou pH insatisfatório (13,3 - alcalino), semelhante ao da soda cáustica e "considerado um índice muito alto para um alimento e compatível com as alterações clínicas relatadas pelos pacientes”. Entre as reações estão ardência e lesões nas mucosas da boca.

Chegam a 32 ocorrências suspeitas de intoxicação notificadas à Vigilância em 12 cidades gaúchas. Até quarta-feira (5), 29 casos haviam sido registrados. Inicialmente, eram apenas quatro casos.

A vigilância diz que aguarda o resultado do laudo da inspeção realizada na indústria pela Vigilância Sanitária de São Paulo e pronunciamento da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre o caso.

O órgão manteve a interdição cautelar de todos os lotes do produto no comércio distribuidor e varejista do Rio Grande do Sul e recomenda que a população não ingira o produto.

Foram notificados casos de intoxicação em Cachoeirinha (1 casos), Canoas (2), Caxias do Sul (3), Chiapetta (1), Erechim (2), General Câmara (1), Gravataí (6), Passo Fundo (1), Porto Alegre (10), Rio Pardo (1), São Leopoldo (2) e Taquari (2).











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