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Notas Policiais

Corpo de vendedor é encontrado no final da tarde no rio do Roque em Pirassununga

25/01/2012

No final da tarde de ontem, terça-feira, 24, já com a noite chegando, os mergulhadores do Corpo de Bombeiros, cabo Fonseca e soldados Bueno e Neves localizaram o corpo do vendedor Leandro Cezar de Mattos, 26, que teria caído da ponte de ferro sobre o rio Descaroçador no início da manhã de domingo, 22. O boletim de ocorrência foi registrado por um tio da vítima às 23h50min do mesmo dia.

O corpo foi localizado no Rio do Roque, abaixo da Ponte de cimento da estrada que liga Pirassununga ao bairro do Taquari, em área de uma propriedade agrícola. Do local em que Leandro caiu (Ponte de Ferro do rio Descaroçador ao local onde foi encontrado) os bombeiros navegaram em bote e andaram pelas barrancas dos rios por cerca de 30 km aproximadamente.

O grau de dificuldade de se navegar por longos trechos do rio do Roque é devido a várias particularidades, pois, em vários pontos do rio existem árvores de grande porte que caíram ao longo do tempo, formando assim locais que poderia enroscar o corpo.

Em outros pontos, o rio saiu de seu leito nas cheias (era o caso do domingo) e assim, o corpo poderia estar em áreas alagadas, junto à várzea. Também não se descartava que o corpo poderia ter sido levado para as águas do Rio Mogi-Guaçu.

Apesar de todas as possibilidades, os homens do Corpo de Bombeiros continuaram a procurar pela vítima até encontrá-la.

Os policiais militares Reis e Duarte foram acionados para o local através da equipe do Corpo de Bombeiros, os quais preservaram o local até a chegada da Polícia Científica e da delegada Tatiane Cristina Parizotto acompanhada do investigador Danilo, que após as medidas de praxe liberam o local, isto já por volta das 22 horas, sendo o corpo da vítima levado para o Instituto Médico Legal.

Comentários

Vários são os comentários que estão correndo nos quatro cantos da cidade em relação ao caso, mas, a Polícia já trabalha em várias pontas. Os delegados João Pinheiro Neto e Tatiane Cristina Parizotto cruzam informações juntamente com os policiais civis do SIG e também do 1º Distrito Policial, a fim de se apurar realmente o que aconteceu na manhã do domingo.

Ameaça

Quando a delegada Tatiane Cristina Parizotto chegava ao Plantão de Polícia, vindo da área onde foi encontrado o corpo de Leandro, se deparou com um homem que fazia um boletim de ocorrência, o qual contou que estava sendo ameaçado por parentes da vítima, acreditando que ele teria fugido do local (Ponte de Ferro) onde teria morrido o vendedor.

O homem disse que estava em um “barzinho” localizado ao longo da avenida Newton Prado quando por volta das 03h30 da madrugada do domingo, 22, quando chegou ao local uma jovem conhecida por Bia, a qual se fazia acompanhar de Leandro. Outras duas pessoas também estavam juntos.

Já no início da manhã, Bia teria convidado a todos para irem nadar no rio Descaroçador, quando então rumaram para a Ponte de Ferro. No local, a vítima teria tirado a roupa e ficado de cueca, indo para a Ponte de Ferro. De acordo com esta testemunha, foi solicitado que o vendedor deixasse o local, por ser perigoso.

Quando Leandro, segundo a testemunha, virou o corpo para deixar a Ponte de Ferro, um pé teria girado em falso vindo a escorregar e caído no rio.

Segundo o aposentado, tentou solicitar ajuda do Corpo de Bombeiros através de seu aparelho de telefone celular, como não havia sinal no local, pegou seu veículo para ir até a estrada de asfalto, pois, solicitaria ajuda aos bombeiros e aguardaria na estrada para facilitar a informação, porém, quando trafegava pela estrada de terra, antes de chegar ao asfalto veio ter o veículo “atolado” devido às precárias situações da estrada, após manobras conseguiu sair e pedir ajuda.

A partir deste momento, o homem foi para sua residência, não retornando mais ao local.

A delegada Cristina Parizotto terminou a noite de ontem, entrando na madrugada desta quarta-feira, 25, traçando planos para as investigações que deverão variar por vários caminhos. Diante de vários boatos surgidos, a delegada disse não descansar enquanto o caso não for solucionado.

Fonte: www.reporternaressi.com.br









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