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Notas Policiais

Mulher esfaqueia amasio ao tentar defender sua vida e a de seu bebe

20/03/2012

Uma discussão familiar por pouco não terminou em morte no último domingo (18) no Parque Vitória.

Segundo informações levantadas pelo Descalvado Agora, no último domingo por volta das 18h, uma violência doméstica por pouco não resultou na morte de um homem de 30 anos. A discussão entre marido e mulher começou por motivos familiares, porém o marido, que já possui histórico de agressão contra a mulher, armado de uma faca iniciou uma séria de ameaças contra a amásia de 29 anos, que estava com um bebe de poucos meses em seus braços, porém no momento “quente” da agressão, ela conseguiu tirar a faca dele e acabou por apunhalar o homem por duas vezes, sendo uma no braço e outra no tórax.

O amásio foi então socorrido ao Pronto Socorro onde os médicos tomaram as medidas necessárias para preservar a sua vida e posteriormente, quando não mais corria risco algum, foi liberado, já que o mesmo não queria permanecer no Hospital.

A cada dois minutos, cinco mulheres são agredidas no Brasil
Dados da Comissão Permanente de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (Copevid) apontam que a cada dois minutos cinco mulheres são agredidas no Brasil, e de cada cem mulheres assassinadas, setenta foram mortas por seus companheiros ou ex-companheiros, alerta o texto de abertura do vídeo assinado pelo Copevid, Ministérios Públicos Estaduais e da União e pelo Grupo Nacional de Direitos Humanos integrante do Conselho Nacional de Procuradores Gerais de Justiça (CNPG).

O vídeo acompanhado de uma Cartilha educativa com ilustrações que integra o material promocional foi produzido pela Comissão Permanente de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (Copevid) para o lançamento no Pará da Campanha Nacional dos Ministérios Públicos Estaduais e da União "Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher: Uma Construção coletiva".

A campanha foi lançada em Belém na manhã desta quinta-feira (8), Dia Internacional da Mulher, num café da manhã, seguido de entrevista coletiva aos jornalistas junto aos promotores de justiça e técnicos das instituições públicas parceiras e de organizações não governamentais, no auditório da Promotoria de Justiça da Infância e Adolescência de Belém.

Na ocasião, o procurador-geral de justiça, Antônio Eduardo Barleta de Almeida, entregou à sociedade paraense o Núcleo de Enfrentamento à Violência Doméstica contra a Mulher, instalado no prédio onde funciona atualmente a Promotoria de Justiça de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher.

Toda a campanha está centrada no objetivo principal de orientar a garantia do registro da violência sofrida, buscando a efetivação da Lei 11.340/2006, conhecida como Lei Maria da Penha, participando representantes de vários órgãos de defesa da mulher.

Números– As estatísticas de casos demonstrados pelo Ministério Público revelam que no período de 2007 a 2011 o total de casos de violência somou 8.698 sendo que, no total dos apurados no ano passado, os números apontam um total de 3.328 relatos de violência sofrida por mulheres, no âmbito doméstico e familiar.

Em 2007 foram registrados 1.023 novos processos. De 2007 a 2011, a PJVDFM recebeu mais de 13 mil ocorrências.

Nos anos seguintes há um crescimento quanto a processos cadastrados e no ano passado esse número salta para 5.092 demandados na PJVDFM. O cadastro desses processos é obrigatório, com base na Lei Maria da Penha. Somados aos recebidos direto das Varas Judiciais da Violência Doméstica e Familiar contra Mulher no período de 2007 a 2011, as estatísticas apontam um expressivo número de 21.897.

O demonstrativo de informações cadastrais da Promotoria de Justiça de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher mostra que no ano de 2011 foram cadastrados 5.092 casos nas três Varas de Juizado de violência doméstica e familiar contra a mulher da promotoria de Belém.

As análises quanto aos processos/procedimentos, que correspondem ao universo de 3.328 casos em 2011, relativos ao perfil do agressor e vítima revelam que a faixa etária do agressor. Os números mostram que 26% deles têm entre 40 a 55 anos.

Quanto à vítima, 23% têm entre 25 a 29 anos. Quanto à escolaridade do agressor, 38% tem ensino fundamental incompleto. Já a vítima, 35% tem ensino médio e 32%, fundamental incompleto.









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