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Mais seguras, notas da 2ª família do real são cerca de 27% mais caras

24/07/2012

"Dinheiro custa dinheiro", lembra diretor do Banco Central, Altamir Lopes.
Novas notas de R$ 20 e R$ 10 entraram em circulação nesta segunda.


O Banco Central informou nesta segunda-feira (23), quando começam a circular as novas notas de R$ 10 e R$ 20, que as cédulas da segunda família do real custam, em média, 27% mais que as notas antigas.

As novas cédulas de R$ 10 e R$ 20, respectivamente, são 25% e 15,1% mais caras do que aquelas da primeira família do real. Já as notas de R$ 50 e R$ 100, que já estão em circulação, custam 32% e 37,1% a mais do que as antigas.

Em um primeiro momento, de acordo com o Banco Central, serão produzidas 116 milhões de cédulas de R$ 10 e outro igual montante de notas de R$ 20. Até o fim do ano, a expectativa do BC é de que 600 milhões de notas de ambos os valores sejam feitas.

Em 2012, o BC prevê gastar R$ 505 milhões com as notas, contra R$ 380 milhões que seriam dispendidos se o modelo anterior fosse mantido. O BC alerta, porém, que a estimativa de gastos para este ano também contempla um aumento de 7% a 8% do meio circulante.

"Dinheiro custa dinheiro. E custa um pouco mais para produzir dinheiro de melhor qualidade", disse Altamir Lopes, diretor de Administração do BC.

Mais segurança
O BC lembrou, entretanto, que as novas notas de R$ 10 e R$ 20 são mais seguras. "A maior novidade é o número que muda de cor, no canto superior direito: movimentando a nota, pode-se verificar que a cor do numeral muda do azul para o verde. Ao mesmo tempo, uma barra brilhante parece se movimentar dentro do numeral", informou a instituição.

Além disso, acrescentou que há outros elementos de segurança, já presentes nas notas de R$ 50 e R$ 100, são a marca d´água, que apresenta o valor da nota e a imagem do animal, e o número escondido – que aparece quando a nota é colocada na posição horizontal. "Espera-se, para as notas de 10, 20, 50 e 100 reais da segunda família, duração semelhante às da primeira família", informou o BC.

A autoridade monetária esclareceu que as notas da primeira família do real não são pouco seguras, mas informou que é "necessário agir preventivamente para incorporar no dinheiro brasileiro as atualizações tecnológicas que manterão o dinheiro seguro no futuro".

"É nossa responsabilidade manter elevado padrão das cédulas em circulação e minimizar falsificações. No momento atual, as falsificações são pequenas. Mas, para o cidadão comum, receber nota falsa representa prejuízo", declarou o diretor de Administração do BC, Altarmir Lopes.

Notas antigas continuam valendo
O BC lembrou que, desde 2010, a substituição das notas da primeira família do real ocorre gradualmente, à medida que elas são retiradas em decorrência de seu desgaste natural.

"Portanto, não há necessidade de trocar as cédulas atuais pelas novas na rede bancária, pois as duas famílias conviverão em circulação até a completa substituição das atuais", acrescentou a instituição.

A autoridade monetária confirmou ainda que está previsto para 2013 o lançamento das novas notas de R$ 5 e R$ 2, completando o projeto da segunda família do real.

Fonte: G1 São Carlos
























 
















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