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Morto vira sócio de empresa depois de quinze dias de sua morte

30/11/2012

O caso foi descoberto por acaso no último dia 20, mas registrado junto ao Plantão de Polícia de Pirassununga no dia 27

A Polícia Civil de Pirassununga ou de Porto Ferreira, até mesmo numa ação conjunta, deverá investigar um caso de estelionato. O caso foi descoberto por acaso no último dia 20, mas registrado junto ao Plantão de Polícia de Pirassununga às 18h12 de terça-feira, 27. A responsável pela elaboração do boletim de ocorrência é uma auxiliar administrativa, de 25 anos, a qual trabalha numa empresa na região central da cidade de Pirassununga, residente na região leste da cidade e sobrinha da vítima.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado, a declarante (auxiliar administrativa) num momento de folga na empresa resolveu consultar o CPF do tio, Josevanaldo FA, falecido no dia 20/07/2009, às 06h30 da manhã, na Santa Casa de Misericórdia de Pirassununga, tendo como atestado morte natural “Choque Hipovolêmico e Hemorragia Digestiva Alta”, e sepultado no Cemitério Parque do Bom Jesus, mas nada encontrou quanto ao falecido.

Prosseguindo em pesquisas, ao fazer consulta junto a JUCESP, a auxiliar administrativa constatou junto ao sistema, estranhamente, que quinze dias a após a morte do tio, ou seja, dia 5 de agosto de 2009, seu nome teria sido colocado como sócio participativo minoritário com capital no valor de R$ 3.000,00 na empresa Hadden Participações, Empreiteira de Mão de Obras e Locação de Máquinas para Construção Ltda, com endereço na rua Dona Balbina, 230, apartamento 3, centro da cidade de Porto Ferreira.

No documento de participação da empresa, consta que sua entrada na sociedade com a cota de R$ 3.000,00 reais, foi devido à saída da referida empresa do sócio AS, que no documento consta como residência na rua Francisco Sacco, Jardim das Laranjeiras, zona norte de Pirassununga. Na ocasião da morte de Josevanaldo, o mesmo morava no Parque Clayton Malaman, zona norte de Pirassununga.

O sócio majoritário, o qual tem cota de R$ 7.000,00 reais, aparece como sendo AAF, o qual teria como endereço residencial a rua Maestro Eufrosino de Azevedo, jardim Carlos Gomes, região sul da Pirassununga, região do complexo esportivo Presidente Médici.

Segundo policiais civis de Pirassununga, AAF teria várias passagens pela Polícia, inclusive com condenações. Ainda, de acordo com policiais, AAF estaria respondendo processo pela cidade de Ribeirão Preto, pela suspeita de Sequestro. Na ocasião, dinheiros de seqüestros relâmpagos eram depositados em agências bancárias de Pirassununga em nomes de terceiros (pessoas próximas) que emprestavam suas contas bancárias para movimentação.

Policiais da cidade de Porto Ferreira e funcionários do prédio (fotos), onde deveria funcionar a empresa a desconhecem. Uma funcionária do local disse que ali nunca funcionou a tal empresa. “Desta forma estaria praticamente claro e evidente que a empresa poderia ser apenas de fachada”, disse um policial.

Fonte: http://www.reporternaressi.com.br

Veja mais imagens acessando http://www.reporternaressi.com.br/noticia.asp?noticia=5264









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