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Economista dá orientações para a compra de carros novos e usados

27/02/2013

Redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados deve acabar em julho.
Veículos deixaram de ser investimento, afirma professor de São Carlos.


A alíquota mais baixa do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis deve terminar em julho. Sem essa vantagem, os economistas recomendam que os consumidores analisem as opções oferecidas antes de fechar negócio.

O publicitário de São Carlos (SP) Antonio Geraldo de Souza passou dez anos com o mesmo carro antes de comprar um zero quilômetro. “Nós precisávamos de um carro mais novo porque o mais antigo já precisava de algumas manutenções, há um desgaste das peças e isso eleva um pouco o custo”, disse Souza.

Segundo a jornalista Paula Cardoso, esposa de Souza, o casal passou quatro meses pesquisando preços e propostas. Eles decidiram juntar o dinheiro da poupança, do carro antigo e financiar 40% no banco em que têm conta.

“Os juros no banco eram menores. Decidimos ficar com esse carro também porque o atendimento na concessionária foi um diferencial, nas outras concessionárias a gente não foi bem atendido. E os opcionais do carro, pagando a vista você ganha os opcionais. Isso atraiu bastante a gente”, contou.

Segundo o professor de economia Sérgio Perucci, é sempre melhor não pagar juros ou taxas, mas existem outras opções. “A pessoa pode vender o veículo usado e juntar o valor na poupança, deixar reservado para uma necessidade, e comprar um carro financiado pagando parcelas mensais que ela consiga arcar”, recomendou.

A consultora Naila Giraldi Fazano preferiu juntar as economias e fugir do financiamento para comprar um carro usado. “A gente resolveu começar a guardar dinheiro porque não queria dívida de um carro, já que a casa já é financiada. Com o dinheiro extra de fim de ano e décimo terceiro, a gente conseguiu guardar para comprar um carro”, contou Naila.

Economizar para evitar o financiamento é uma boa estratégia, mas Perucci alerta que comprar um carro, novo ou usado, deixou de ser um investimento. “Hoje em dia, numa situação de inflação baixa e estabilidade econômica não faz mais sentido considerar um veículo como um patrimônio que poderá valorizar ao longo do tempo, porque ele só tende a ficar desvalorizado e começar a dar problemas. Ele vai ficando obsoleto”, afirmou o economista.









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