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Canoeiros partem hoje para um novo desafio: uma expedição fluvial até Jupiá (MS)

13/03/2013

Participantes deverão navegar cerca de 900 km até o destino

Mais uma vez um grupo de canoeiros ferreirenses embarca para um novo desafio. A aventura é navegar pelos rios Mogi-Guaçu, Pardo, Grande e Paraná, entre os municípios de Porto Ferreira (SP) e Três Lagoas (MS), cumprindo o itinerário de uma missão ecológica.

Denominada “Expedição Fernanda do Nascimento Franzin”, em homenagem póstuma ao falecimento da esposa do canoeiro Sergio Franzin, a expedição de 2013 tem por objetivo alcançar o Rio Paraná, na interseção com o Rio Sucuriú, no ponto chamado Jupiá, entre as cidades de Três Lagoas (Mato Grosso do Sul) e Castilho (São Paulo), onde está a Usina Hidrelétrica Engenheiro Sousa Dias, a terceira maior usina hidrelétrica do Brasil.

Na primeira parte do trajeto, os desbravadores atingirão a divisa entre os estados de São Paulo e Minas Gerais. A expedição até porto de Colômbia repete um feito realizado por Flávio da Silva Oliveira, Zico Pinto, Aécio Mennucci e Afonso Antunes em 1954.

Esse projeto de reconhecimento ecológico do rio Grande e seus afluentes foi desenvolvido pelos canoeiros nos últimos cinco anos. Em 2011 foram navegados 700 quilômetros até a barragem de Água Vermelha, no município de Indiaporã (SP).

Em 2012, o destino foi o rio Paraná até a chegada em Ilha solteira, cumprindo 810 quilômetros. Desta vez os canoeiros querem atingir o município de Castilho (SP) na divisa com Três Lagoas (MS).

Em 2013 confirmaram a participação os canoeiros em três embarcações: Cláudio Faria, Egas, os irmãos Lula e Walter Angelucci, André Juliani, Fábio e Pilon, Mauro da Balibox e Rui Ramos. A saída está marcada para esta quarta-feira, 13 de março.

Os expedicionários devem fazer o primeiro pernoite no município de Guariba (SP). No dia seguinte a previsão é o município de Viradouro (SP) para atravessar a corredeira de Bartolomeu. Até Jupiá serão em torno de 900 quilômetros navegados.

O presidente da Associação dos Canoeiros, o geólogo Sérgio Aparecido Antonini, falou da importância da expedição para a observação das margens dos rios. “Tudo o relato anual é fundamental, pois os nossos companheiros trarão mais informações, mais experiências e saberão transmitir a situação do rio Mogi-Guaçu, que é o nosso maior patrimônio”, afirmou Antonini, mais conhecido como Buja.

A Associação dos Canoeiros, que apóia a expedição, é uma entidade que se destina a promover a defesa do meio ambiente, principalmente a do rio Mogi-Guaçu, que inclui em seus objetivos a conscientização, a valorização, e a importância do rio para a sociedade ferreirense e da região.

Fonte: Porto Ferreira Hoje









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