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Suspeito de matar jovem com espeto de churrasco ou ferro é de Araras

11/04/2013

Para delegado, assassino conhecia bem o lugar onde a menina foi morta.
Perícia colheu material genético que pode ser comparado quando preciso.


A Polícia Civil afirmou, nesta quarta-feira (10), que o suspeito de ter matado uma adolescente de 14 anos com ferro ou espeto de churrasco, na última semana em Araras (SP), é alguém da cidade. O corpo da jovem foi encontrado em um canavial com pelo menos 10 perfurações e sinais de violência sexual.

Beatriz Silva estava desaparecida desde a manhã de quarta-feira (3), quando saiu de casa para ir ao cabeleireiro que fica a 15 quarteirões de onde morava. Vinte minutos depois da hora marcada, ela ainda não havia chegado e então a cabeleireira ligou para avisar a família. Foi aí que parentes se mobilizaram para procurá-la. O corpo da jovem foi encontrado no canavial sete horas depois.

Para o delegado Sydney Sully Urbach, o assassino é da cidade porque conhecia bem o lugar onde o corpo foi encontrado. O local é conhecido como motel ao ar livre, onde uma pessoa teria tempo de deixar o corpo e os objetos da adolescente com tranquilidade, sem ser vista. Mas ele descarta a possibilidade de ser alguém próximo a beatriz.

“Nem era ela que iria ao cabeleireiro. Era, na verdade, a irmã que iria naquele horário e de última hora a irmã foi a outro compromisso e ela, então, ocupou aquele horário, portanto, ela não deu conhecimento dessa ida dela ao cabeleireiro a ninguém”, explicou Urbach.

O material genético coletado embaixo das unhas da adolescente, que pode ser do assassino, foi enviado para análise. “Nós temos material genético pra poder fazer comparação de DNA a qualquer momento. O que nós precisamos é ter um suspeito que efetivamente mereça esse tipo de prova”, afirmou.

Tristeza
A família ainda está inconformada. Ao avô resta esperar que as investigações sejam agilizadas para a prisão imediata do assassino. “Nós não temos nenhum suspeito, não podemos apontar ninguém. Eu mesmo estou correndo atrás junto com o meu irmão e alguma coisa que a gente descobre, passa para a polícia, mas nós não podemos acusar ninguém. Nós não temos inimigos”, falou o avô de Beatriz, Aluisio Paulo da Silva.

G1


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