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Garantia de aparelhos celulares é de no mínimo 3 meses, orienta Procon

17/04/2013

Problemas mais comuns são bateria viciada e tela com defeito, diz técnico. Aparelhos telefônicos lideram queixas no Procon no Estado de São Paulo.

Os aparelhos telefônicos, principalmente celulares, lideram o ranking de reclamações no Procon do Estado. Comprar o produto e depois descobrir que ele não funciona direito é um problema comum, mas o diretor do Procon de São Carlos (SP), Joner José Nery, alerta que, por lei, a garantia é de no mínimo três meses.

Segundo Nery, se o aparelho não for consertado, o consumidor tem direito a um novo. “A partir do momento que ele é entregue na assistência técnica, ou qualquer outro órgão que se encarregue de fazer a manutenção, são 30 dias. Após esse prazo, a empresa ou fabricante tem que ressarcir o valor pago com correção ou, então, disponibilizar um outro aparelho igual ou superior ao consumidor”, explicou.

No ano passado, a Fundação Procon do Estado recebeu mais de 7,2 mil denúncias de consumidores. Aproximadamente 20% do total das queixas eram referentes a aparelhos que não funcionavam direito.
Segundo o técnico eletrônico José Guimarães Moia, os problemas mais comuns são bateria viciada e tela com defeito. “Os aparelhos são bem mais velozes, capazes de fazer muito mais coisas, com muitos recursos, porém, são mais frágeis, não resistem a quedas. Qualquer queda pode danificar o aparelho”, afirmou.

O operador industrial Diego Souza comprou um aparelho moderno, mas que logo se tornou uma decepção. “Com oito meses de uso ele começou a desligar sozinho e de repente ele apagou, então procurei a assistência técnica”, contou.
Souza recebeu uma resposta da assistência 40 dias depois. Ele foi informado que mau uso era o motivo dos problemas do aparelho e que iria perder a garantia do produto. “Eles não sabiam onde estava meu celular. Depois do terceiro contato, eles acharam, mas com exclusão de garantia e que meu celular já não tinha mais conserto”, relatou o operador, que ficou indignado e procurou o Procon.

O caso ainda não foi resolvido. “Estou há dois meses sem aparelho, sem contato nenhum, então fica um pouco complicado”, desabafou Souza.

O técnico em refrigeração Adilson dos Santos comprou um celular novo e, para aproveitar uma promoção da loja, precisou trocar também o plano e contratar um novo pelo dobro do preço. Segundo ele, o aparelho parou de funcionar 20 dias após a compra. “Falaram que o problema era umidade, mas meu celular nunca caiu, nunca saiu do meu bolso. Não estou acreditando e entrei na Justiça”, disse.

G1


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