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Pirassununguense vive drama de ataques na cidade de Boston

17/04/2013

Duas fortes explosões deixaram mortos e feridos na chegada da Maratona de Boston, nos EUA, na tarde desta segunda-feira (15). Segundo a polícia, as explosões foram causadas por duas bombas "poderosas". O pirassununguense Allisson Bordignon vive já há alguns anos em Boston e, como outros habitantes, viveu o drama dos ataques.

“A gente estava em casa assistindo televisão. É um feriado e a maratona começa às 10 horas da manhã. Quando passou o vencedor eu desliguei a televisão porque iriam transmitir os corredores chegando até o final. Aí eu comecei a me arrumar para poder sair e nesse momento eu liguei novamente a TV porque eu recebi uma mensagem que tinha acabo de estourar uma bomba na área da maratona”, disse Allisson.

Para o pirassununguense, o clima de tensão aumentou com a chegada das notícias. O feriado em Boston acabou tomando um rumo darmático. “A explosão aconteceu em uma área central. É uma das regiões mais antigas da cidade de Boston e a gente ficou muito assustado porque a cidade toda estava em festa e todo mundo estava feliz porque é o primeiro dia de férias do ano. Foi tudo muito repentino e assustador. A cada instante a contagem de pessoas feridas ia aumentando”.

Com a confirmação das explosões, as forças de segurança e o governo começou a tomar atitudes. A população não pode sair de casa. “Instantaneamente foi acionado o sistema de trem que foi suspenso e depois veio o anúncio do governador para que as pessoas não saíssem de casa, só sair em estado de emergência e de preferência não usar bolsas nem mochilas. As pessoas com bolsas seriam vistoriadas. O lugar das explosões não é longe da minha casa, de carro fica a 10 minutos”.

O clima de medo ainda é grande. O dia 15 de abril é um dos mais movimentados em Boston e a maratona é a mais antiga do país. “Essa é a maratona mais antiga dos Estados Unidos e nesse dia vem gente de todo mundo. A cidade borbulha de gente, por isso tudo que eu vi foi pela televisão. Eu não fui ao local, mas estava próximo. A situação de pânico é grande. É um estado de tristeza e medo porque as investigações estão levando a crer que foi utilizado algo tecnológico nas explosões”, afirmou Allisson.

No momento dos ataques, a primeira reação de Allisson foi a deligar para seus pais no Brasil. “No mesmo instante deu uma sensação de medo muito grande e eu liguei para os meus pais. A partir desta quarta-feira tudo volta ao normal. Mas a área da bomba, que é uma das mais bonitas da cidade e centro de turismo ainda vai ficar fechada e isso causa um desconforto. A gente sabia que era grave”, finalizou.

Fonte: www.difusorapirassununga.com.br


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