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Grupo de Leme fabrica instrumentos musicais a partir de objetos do lixo

20/04/2013

"Dá para tirar som de latas ou canos que estão no seu quintal", diz músico.
Desta forma, há dois meses, surgiu a banda "Realejo e os homens de lata"

Um grupo de amigos de Leme (SP) utiliza latas e outros objetos que vão para o lixo para fabricar instrumentos musicais bem diferentes dos conhecidos. E assim, há pouco mais de dois meses, surgiu o grupo "Realejo e os Homens de lata".

O músico Thiago Vichietini contou que o grupo fazia parte de blocos de carnaval na cidade e, a partir disso decidiram começar um projeto. “Em 2011 a gente desceu a rua no desfile com uma bateria de mais de 60 foliões tocando lata. Depois disso, a gente quis tocar o projeto para frente e tivemos a ideia de fazer um repertório de voz e violão com a galera tocando lata junto, mas de repente começamos a trazer instrumentos”, explicou.

Nem todos que fazem parte do grupo são músicos profissionais, mas os que são garantem que o som é de qualidade. “A gente vê o potencial do pessoal e é só reunir quem está a fim de fazer que sai”, disse o músico Demétrius Santos.

Para Vichietini, muitas vezes algumas pessoas não estudam música como gostariam, pois uma bateria, por exemplo, custa muito caro. “Mas você consegue tirar som de uma lata ou cano que pode estar no seu quintal. Esse transcender e esse encontro são muito bacanas”, afirmou.

Instrumentos
Há 10 anos, o veterinário João Serodio fabrica instrumentos musicais e para isso utiliza diversos materiais, que iriam para o lixo. Ele não é músico e aprendeu a tocar flauta com uma de suas invenções. “A gente se inspira em bandas que já produziam os próprios instrumentos. Foi na tentativa e erro, até as primeiras notas começarem a sair e ir evoluindo”, revelou o veterinário.

“Tem uma espécie de “berimbaixo”, é um baixo e um berimbau ao mesmo tempo. Ele é feito com um cabo de enxada e uma chaleira, como caixa acústica, e tem um dispositivo que abre ao apertar, e dá aquele efeito do som do berimbau”, contou Serodio.

O veterinário mostrou também um braço de violão, com as casa feitas por ele. “Elas foram feitas na proporção certa e eu coloquei um mecanismo que a gente gira, para sair um som, como se a gente estivesse dedilhando rapidamente as cordas”, explicou.

G1


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