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Garrafas pet viram camisetas e "bags" para preservar o meio ambiente

25/05/2013

Objetos são destaque durante Congresso do Meio Ambiente em Poços.
Empresas apostam no material para transmitir mensagens sobre o tema.


A cada duas ou três garrafas pet que poderiam ir para o lixo, cria-se uma camiseta com 50% de malha ecológica e o conceito de fazer a diferença no mundo. Assim pode ser resumido o trabalho da ‘Camiseta Feita de Pet’, que foi um dos destaques no 10º Congresso Nacional de Meio Ambiente de Poços de Caldas (MG).

“Eu sempre escuto: você é professora e vende camisetas? Mas as pessoas não entendem que eu não vendo uma malha e sim uma ideia, um conceito”, disparou a gerente de projetos Silvana Nogueira, que além de trabalhar em estandes da marca por feiras e congressos de todo o Brasil, atua como educadora infantil em São Paulo (SP).

A empresa que surgiu em 2006 e tem como objetivo fortalecer a mensagem “Eu faço a diferença no mundo”, ao reforçar a ideia de que apenas 5% das pessoas fazem algo para realmente transformar o mundo. O projeto vai além e pretende retirar 10 milhões de garrafas peto do meio ambiente em um prazo de cinco anos.

A partir de visitas e gincanas em unidades educacionais, a empresa arrecada garrafas pet e as recolhe também em eventos ligados ao meio ambiente como forma de conscientizar e arrecadar matéria prima para a confecção das camisetas.

Com estampas relacionadas ao meio ambiente e a mensagem de que apenas 5% das pessoas de todo o mundo fazem algo para transformá-lo, as camisetas são procuradas por congressistas de várias partes do Brasil, como é o caso da professora Vânia Sueli Da Costa, do Rio de Janeiro (RJ). “Esta é a segunda vez que eu venho ao evento e faço questão de comprar camisetas para mim e também para toda minha família. É uma forma de trazer para a prática a educação ambiental que eu trabalho em sala de aula”, destacou.

A empresa que surgiu em 2006 e tem como objetivo fortalecer a mensagem “Eu faço a diferença no mundo”, ao reforçar a ideia de que apenas 5% das pessoas fazem algo para realmente transformar o mundo. O projeto vai além e pretende retirar 10 milhões de garrafas peto do meio ambiente em um prazo de cinco anos.

A partir de visitas e gincanas em unidades educacionais, a empresa arrecada garrafas pet e as recolhe também em eventos ligados ao meio ambiente como forma de conscientizar e arrecadar matéria prima para a confecção das camisetas.

Com estampas relacionadas ao meio ambiente e a mensagem de que apenas 5% das pessoas de todo o mundo fazem algo para transformá-lo, as camisetas são procuradas por congressistas de várias partes do Brasil, como é o caso da professora Vânia Sueli Da Costa, do Rio de Janeiro (RJ). “Esta é a segunda vez que eu venho ao evento e faço questão de comprar camisetas para mim e também para toda minha família. É uma forma de trazer para a prática a educação ambiental que eu trabalho em sala de aula”, destacou.

As blusas são feitas em 50% de pets e 50% de algodão, desta forma, o poliéster que seria utilizado do petróleo, é usado da garrafa e com isso, duas garrafas de dois litros são tiradas do meio ambiente. As linhas feitas de garrafas pet podem durar até 15 anos. “Atuamos na parte sócio-educativa, dando mais empregos aos catadores e trazendo ganho à indústria de reciclagem”, explicou Silvana.

A novidade da marca é a produção de jeans feitos a partir das garrafas pets. A partir da próxima semana, calças serão comercializadas. Segundo Silvana elas são feitas com 70% de garrafas pet.

Para que as garrafas pets se transformem em malhas, elas são recolhidas por catadores, higienizadas, separadas por cor, moídas, derretidas e filtradas se transformar em flocos, que posteriormente se tornam fios e confeccionam as camisetas. “Produtos reciclados costumam ser mais caros que os demais, no entanto, as camisetas são vendidas a preços considerados preço ‘de mercado’, embora a produção da camiseta seja 50% mais cara do que uma roupa normal”, completou.

Ecobags
As garrafas pet, no entanto, transformam-se não apenas em camisetas, mas em outros objetos que movimentam a economia durante os tempos em que a moda é ser ecologicamente correto e sustentável. Foi pensando nisso que Guilherme Augusto Sabino Barbosa, de Poços de Caldas, investiu em sacolas feitas de pet – as ecobags – e criou o selo Eco Mania na empresa de camisetas e acessórios que já mantém com a família.

Na nova empreitada, apenas ele e o irmão atuam, mas as sacolas expostas no Congresso chamam a atenção. “As pessoas param, perguntam e o objetivo é justamente esse. Que elas queiram levar o conceito para as próprias marcas”, explicou o dono da empresa.

As sacolas são vendidas a preços populares e segundo o fabricante, aguentam até 7kg. As estampas são escolhidas de acordo com o gosto dos clientes.

G1


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